Esta é usado quando o que está sendo demonstrado está perto da pessoa que fala.
Essa é usado quando o que está sendo demonstrado está longe da pessoa que fala e perto da pessoa a quem se fala.
Esta é usado quando o que está sendo demonstrado está perto da pessoa que fala.
Essa é usado quando o que está sendo demonstrado está longe da pessoa que fala e perto da pessoa a quem se fala.
Em sua introdução, as autoras enfatizam a importância de se lutar por uma educação infantil de qualidade e humanizadora. Ressalta a defesa da indissociabilidade entre o cuidar e o educar que deve caracterizar as ações escolares voltadas para este nível de ensino.
Tendo essa premissa as autoras propõe discutir aspectos que julgam ser essenciais e que devem ser considerados e revistos para que as ações educativas na educação infantil, sejam sistematizadas e garantam, um processo emancipatório para as crianças.
Abordando alguns aspectos das ações escolares entre crianças de 0 à 5 anos de idade como:
ü A rotina do cotidiano das práticas educativas
üA organização dos espaços
üA presença do brincar como eixo do trabalho educativo-pedagógico
As autoras falam da importância deste trabalho estar orientado por PROJETOS, pois eles interferem positivamente sobre o desenvolvimento infantil.
Buscando discursar a respeito do tema o texto foi estruturado em quatro partes: a rotina, o espaço físico, a importância do brincar e o trabalho com projetos.
ROTINA – deve ser modificada e revista constantemente para tomar as ações cotidianas, ou seja, pensar numa organização da rotina que contemple este objetivo significa pensar em estratégias diferenciadas para se planejar o momento de recepção e de saída das crianças, os diversos momentos de refeição e higiene pessoal, a organização dos espaços físicos, os momentos de parque e de sono, assim como em todas as outras atividades que de uma forma ou de outra acabam se sedimentando na educação infantil, prevalecendo a ideia de que é natural ocorrerem da mesma forma sempre.
Significa que, devemos possibilitar novas situações que desestabilizem as crianças, levando-as a refletir sobre suas ações, de modo que a rotina proposta esteja vinculada com todos os objetivos pedagógicos e seja constantemente avaliada e reestruturada quando houver necessidade.
A rotina deve ser propiciadora de ações que permitam às crianças serem ativas e questionadoras diante de diferentes práticas propostas pela instituição escolar a fim de desenvolver variadas habilidades.
Deverá ser desafiadora, contudo ela representa também uma segurança em termos de acontecimentos. A previsibilidade tranquiliza os pequenos ao mesmo tempo em que os encaminha para as atividades cotidianas. Isto não quer dizer que tudo deva acontecer da mesma forma todos os dias ou na mesma sequência, e sim, que uma certa organização para s práticas permite um melhor aproveitamento das atividades propostas.
ESPAÇO FÍSICO – Pensar nos espaço para crianças de 0 a 5 anos é preciso levar em conta toda a gama de necessidades e peculiaridades que envolvam o trabalho com crianças pequenas. Neste sentido, ele deve ser acolhedor, desafiador, criativo, instigante e, ao mesmo tempo, seguro.
A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR - A relação entre o brincar e desenvolvimento infantil, dada sua importância, já foi amplamente indicada e discutida por uma série de teóricos, tanto da área da psicologia como da pedagogia.
Pelo brincar, nos primeiros anos de vida, a criança estabelece relações com o mundo e com as pessoas que a cercam. Ao brincar, tem a possibilidade de representar o mundo real e se apropriar dele, interagindo com outras crianças e adultos, construindo hipóteses, respeitando regras e, dessa forma, construindo-se enquanto sujeito. Há de se considerar que as crianças de diferentes classes sociais estabelecem relações diferenciadas com o brincar, ou seja, as brincadeiras variam de acordo com a classe social, o contexto, a cultura, os objetos e os espaços disponíveis.
Na instituição de educação infantil torna-se necessário que os espaços e as atividades estejam direcionados para a valorização do brincar, pois quanto mais ricas forem as experiências oferecidas mais interessante e enriquecido será o brincar. (CARNEIRO, 2010).
Ao exercitar a criatividade, a imaginação e promover a socialização, as brincadeiras são um excelente recurso de aprendizagem e desenvolvimento e devem fazer parte da rotina nas atividades da educação infantil. Para tanto é importante que os profissionais que trabalham com as crianças ofereçam um ambiente rico em estímulos e também desafiem as crianças com atividades que envolvam o brincar.
O TRABALHO COM PROJETOS
Reconhecido como um modo de organizar as práticas representa uma ação intencional, planejada e com alto valor educativo. Neste sentido, os projetos envolvem estudo, pesquisa, busca de informações, exercício de crítica, dúvida, argumentação, reflexão coletiva, devendo ser elaborados e executados com as crianças e não para as crianças.
Barbosa e Horn (2008) indicam algumas dimensões que fazem parte do trabalho com projetos: aqueles organizados pela escola para serem realizados com as famílias, as crianças e os professores; o Projeto Político Pedagógico da escola; aqueles organizados pelos professores para serem trabalhados com as crianças e as famílias e, principalmente aqueles propostos pelas próprias crianças.
Neste sentido é importante estar atento para as necessidades e interesses do grupo e assim, propor temas e pesquisas que envolvam o interesse das crianças e com isso motivem nas a participar ativamente das atividades. O professor pode, ele mesmo, a partir de uma necessidade identificada no grupo com o qual trabalha, apresentar um projeto a ser trabalhado e explorado pelo grupo. Além disso, os professores precisam também levar em conta os interesses declarados pelo grupo, as dúvidas apontadas sobre determinado assunto, os questionamentos, o que indica o nível de curiosidade das crianças e assim o tema que pode ser trabalhado em um projeto.
Os projetos não tem uma durabilidade fixa, podendo durar dias, meses ou até um ano. Tudo vai depender do plano de trabalho organizado, o que poderá demandar mais ou menos tempo de envolvimento do grupo.
De acordo com Barbosa e Horn (2008) são três os momentos decisivos na elaboração e concretização de um projeto pedagógico na educação infantil, sempre a partir de um trabalho conjunto dos professores com as crianças. Inicialmente a definição do problema, seja a partir de uma fato inusitado e instigante, de um relato de um colega ou de uma curiosidade manifestada por uma criança ou pelo grupo de crianças. Definindo-se o problema parte-se para o segundo passo, que envolve o planejamento do trabalho e a concretização do projeto. Neste momento acontece o levantamento de propostas de trabalho – indicadas pelas crianças e também propostas pelo professor e a divisão de tarefas – O que precisa ser feito? Como o trabalho pode ser desenvolvido? Como obter o material necessário? Feito isso se inicia a coleta, organização e registro das informações. Professores e crianças buscam informações em diferentes fontes previamente definidas e acordadas: conversas, entrevistas, passeios, visitas, observações, exploração de materiais, experiências concretas, pesquisas bibliográficas, uso dos diferentes espaços da instituição. Como último passo, no trabalho com projetos, de acordo com as autoras, tem-se a avaliação e a comunicação, que envolvem a sistematização e a reflexão sobre as informações coletadas e produzidas como também a documentação e exposição dos “achados”.
A partir deste percurso percebemos o quanto é importante trabalhar com projetos na educação infantil, uma vez que ao desenvolvê-los professores e crianças encontram-se envolvidos pela temática e podem aprender muito com o encaminhamento das atividades e sua consecução.
Assim é necessário que se planeje previamente as atividades que serão desenvolvidas, para que não se perca de vista os objetivos a serem alcançados, de modo que a prática pedagógica tenha sequencia e permita que a criança atinja determinadas metas e, então desenvolva mais habilidades linguísticas, motoras e emocionais.
Segundo Oliveira (2005, p.236):
“Na verdade, a elaboração de uma sequencia de atividades relativas a um eixo temático que se projeta no tempo e constitui o mote principal da ação permite à criança integrar sua experiência com diferentes propostas. Isso pode ser feito, por representar um objeto associado a uma história lida pelo professor com um conjunto de peças para serem encaixadas, desenhar depois o que foi representado e, finalmente, contar e “escrever” uma história com base na representação do desenho.”
Desse modo, praticar a elaboração de projetos é um modo de se garantir a participação dos alunos, uma vez que o projeto parte sempre de uma problemática surgida no contexto escolar e/ou social.
(Texto adaptado de LIRA, A.C.M.;SAITO,H.T.I)
Este processo de alfabetização é adequado a qualquer faixa etária e qualquer série do ensino fundamental, em que haja alunos ainda analfabetos ou semi-analfabetos. Não utiliza cartilha e sim livro de exercícios, com vocabulário adaptável a todas as regiões do Brasil e países de Língua Portuguesa; Contém período preparatório integrado à aprendizagem ( inclusos nos exercícios de fixação e escrita das sílabas ). Utiliza exercícios de autoditado ( muito melhor que o ditado, pois, respeita o ritmo de cada aluno ). É apoiado na sílaba, unidade principal da Língua, o que leva a um aprendizado mais rápido e eficiente. Motivado pelos exercícios de autoditado, o aluno lê, escreve e interpreta desde o início da aprendizagem, desenvolvendo a expressão oral, pesquisa e integração com as matérias do currículo educacional. Leva o aluno a ler, escrever e interpretar as palavras de uso comum da Língua Portuguesa, num período entre dois a seis meses no máximo ( dependerá da bagagem de cada aluno e de seu alfabetizador ). Por ser um método de fácil aplicação e resultados rápidos, motiva muito o professor a adotá-lo já no primeiro contato.
EXEMPLO DO LANÇAMENTO DA VOGAL a E SÍLABAS ba - la.
Lance as sílabas abaixo para o seu aluno, filho ou pessoa a quem você pretende alfabetizar ou realfabetizar.
Etapas de lançamento de uma sílaba ou vogal:
1- Apresentação do desenho ou figura ( conversa informal ).
2- Isolamento e destaque da sílaba.
3- Lembrar de coisas começadas pela mesma sílaba e, se quiser, desenhá-las.
4- Cópia da sílaba abaixo dos desenhos feitos ( se os tiver feito ) ou apenas da sílaba.
5- Entrega da sílaba a cada aluno ( Caderno de exercícios ).
Lançamento da vogal a.
Começaremos pela vogal a, uma vez que ela será a base de todas as sílabas iniciais.
O professor, em turmas que estão cursando a alfabetização pela primeira vez, deverá dar inicialmente todas as sílabas com a , pois, em cada uma delas, está integrado o período preparatório o que levará o aluno a estar cada vez mais apto para a aprendizagem. Depois, lançaremos duas sílabas que já formarão uma palavra, que na sua doce interpretação é bem conhecida pelas crianças e adultos também. Formaremos uma pequena expressão.
Acompanhe com atenção.
1 ª Etapa: Apresentação do desenho ou figura.
Mostre à criança ou adulto o desenho em que se apóia a sílaba e peça que diga o nome.
Exemplo: Que desenho é este?
É um avião!
Muito bem! E você sabe para que serve?
Converse a respeito do desenho de forma a aumentar os conhecimentos do aluno sobre os diferentes ítens do programa escolar.
Sugestões no caso do avião:
Quem pilota o avião? ( Mostre ao aluno o lugar onde vai o piloto )
Quem ajuda o piloto? Quem vai junto com o piloto? co - piloto
Quem atende os passageiros? aeromoça (o) - comissária (o) de bordo.
Quem conserta o avião? mecânico (a)
O avião é grande ou pequeno?
Ele é rápido, anda muito depressa ou é vagaroso, anda devagar.
Ele é leve ou pesado?
· Estimule o aluno a falar, fazendo perguntas a respeito do desenho.
Rubens · 9 anos atrás
Comentário 4 0
respostas
Confecção de cartas, listas de compras, explorando textos presentes em nosso dia dia, como jornais, poesias relacionadas com sua vida cotidiana,
existem programas nas secretarias e educação:mas é meio básico -quase igual como voce foi alfabetizado.
O teatro brasileiro teve sua origem no século XVI, em 1564*, quando o Brasil passou a ser colônia de Portugal. Os padres da chamada companhia de Jesus, os Jesuítas, vieram para catequizar os índios, e com isso trouxeram suas influências culturais como a literatura e o teatro. Este então foi usado como instrumento pedagógico, em princípio para a educação religiosa, já que os índios tinham uma tendência natural para a música e a dança, e sendo assim os Jesuítas se utilizaram de elementos da cultura indígena e perceberam no teatro o método mais eficaz como instrumento de "civilização"
Pelo fascínio da imagem representativa, o teatro era muito mais eficaz do que um sermão,por exemplo. Nota-se, portanto, que a origem do teatro no Brasil é religiosa, assim como boa parte das manifestações culturais. Nessa época o Padre Anchieta era o responsável pela autoria das peças,ele escreveu alguns Autos como "Na festa de São Lourenço", também conhecido como "Mistério de Jesus", e o "Auto da Pregação Universal", escrito entre 1567 e 1570, e representado em várias regiões do Brasil, por vários anos.
No entanto, o principal objetivo era a catequese, por isso com esses elementos também estavam os dogmas da Igreja Católica . Sendo assim, as comédias e tragédias eram pouco representadas. A opção ficava com os autos sacramentais, que tinham caráter dramático, e, portanto, estavam impregnadas de características religiosas.
Até 1584 as peças eram escritas em tupi, português ou espanhol, quando então surgiu o latim. Os autos tinham sempre um fundo religioso, moral e didático, representados por personagens de demônios, santos, imperadores e algumas vezes apenas simbolismos, como o amor ou o temor a Deus. Os atores eram os índios domesticados, os futuros padres, os brancos e os mamelucos. Todos amadores, que atuavam de improviso nas peças apresentadas nas Igrejas, nas praças e nos colégios.
O teatro brasileiro criou forças com o início do Romantismo, no século XIX, por volta de 1838, impulsionado por alguns grandes escritores como Martins Pena, que foi um dos pioneiros com suas comédias de costumes, Artur de Azevedo, Gonçalves Magalhães, o ator e empresário João Caetano, o escritor Machado de Assis e José de Alencar.
O desenvolvimento do teatro aconteceu quando escravos brasileiros libertados na Nigéria, em 1880, fundaram a primeira companhia dramática brasileira, a Brazilian Dramatic Company. Mas foi somente em 1900 que o teatro se consagrou. Embora tenha enfrentado fortes crises políticas do país, conseguiu com muita luta a sua independência. O teatro passou por momentos difíceis na época da ditadura. Entre 1937 e 1945, não fosse a ideologia populista que se manteve ativa por meio do teatro de revista, ele teria sido extinguido. Surgem as primeiras companhias estáveis do país, com nomes como Procópio Ferreira, Jaime Costa, Odilon de Azevedo entre outros.
Outro período importante foi quando Paschoal Carlos Magno funda o Teatro do Estudante do Brasil, no ano de 1938. A partir daí começam a surgir as companhias experimentais de teatro, que estendem-se ao longo dos anos, marcando a introdução do modelo estrangeiro de teatro no país, firmando então o princípio da encenação moderna no Brasil.
Em 1948 é fundado pelo italiano Franco Zampari o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), uma companhia que produzia teatro da burguesia para a burguesia, importando técnicas e repertório, com tendências para o culturalismo estético.
Já em 1957 surge o Teatro de Arena de São Paulo, a porta de entrada de muitos amadores para o teatro profissional, e que nos anos seguintes tornaram-se verdadeiras personalidades do mundo artístico.
Com o Golpe Militar em 1964, as dificuldades aumentam para os diretores e atores de teatro. A censura faz com que muitos artistas tenham de abandonar os palcos e exilar-se em outros países. Restava às gerações futuras manterem vivas as raízes já firmadas, e dar um novo rumo ao novo estilo de teatro que estaria para surgir.
* 1564 - Ano do nascimento do inglês William Shakespeare, um gênio do teatro cujas obras e temas dramáticos são copiados e representados até hoje.
A.L.E
ADICIONAL DE LOCAL DE EXERCÍCIO
O Adicional de Local de Exercício foi instituído pela Lei complementar 669, de 20 de dezembro de 1.991 e alterado pela Lei Complementar 836/97, com escopo de estimular as atividades desenvolvidas em escolas da zona rural e nas zonas periféricas das grandes cidades que apresentem condições ambientais precárias, localizadas em região de risco ou de difícil acesso.
A lei foi regulamentada pelo Decreto 52.674/2008. De acordo com as normas do mencionado decreto, a expressão zona rural aplica-se às regiões assim definidas pela legislação municipal de zoneamento; zona periférica de grande centro urbano com condições ambientais precárias é aquela localizada em região mais afastada do centro urbano dos municípios integrantes da Região Metropolitana de São Paulo e dos municípios com população igual ou superior a 300.000 habitantes, e que se constitui em área de risco ou difícil acesso, caracterizadas pelo grau de vulnerabilidade social.
As unidades escolares abrangidas pelas regiões acima definidas serão identificadas por ato do Secretário da Educação, considerada a disponibilidade financeira.
Em virtude de alterações promovidas pela Lei Complementar nº 1.097/2009, o ALE é considerado para fins de pagamento do 13º salário e do terço constitucional de férias, além de se incorporar para fins de cálculo dos proventos da aposentadoria.
A incorporação se dá de forma proporcional ao recolhimento da contribuição previdenciária incidente sobre o ALE e do tempo de contribuição para fins de aposentadoria. A contribuição previdenciária sobre a referida vantagem passou a ocorrer a partir de outubro de 2009.
Mais recentemente, a Lei Complementar nº 1.143, de 11 de julho de 2011 alterou o artigo 2º da Lei Complementar nº 669, de 20 de dezembro de 1991, alterado pelo artigo 42 da Lei Complementar nº 836, de 30 de dezembro de 1997, para estabelecer que o adicional de local de exercício é calculado mediante aplicação dos coeficientes adiante mencionados sobre a Unidade Básica de Valor - UBV, de que trata o artigo 33 da Lei Complementar nº 1.080, de 17 de dezembro de 2008, na seguinte conformidade:
I - para as classes de docentes:
a) 4,50 (quatro inteiros e cinquenta centésimos), quando em Jornada Integral de Trabalho Docente;
b) 3,375(três inteiros e trezentos e setenta e cinco milésimos), quando em Jornada Básica de Trabalho Docente;
c) 2,70 (dois inteiros e setenta centésimos), quando em Jornada Inicial de Trabalho Docente;
d) 1,35 (um inteiro e trinta e cinco centésimos), quando em Jornada Reduzida de Trabalho Docente;
Considerando-se que o valor da Unidade Básica de Valor é de R$ 100,00 (cem reais), o professor em Jornada Integral de trabalho docente receberá, a título de ALE o valor mensal de R$ 450,00 (quatrocentos e cinquenta reais) o que significa dizer que o valor deste benefício, por hora de trabalho prestado é de R$ 2,25 (dois reais e vinte e cinco centavos).
Segundo Luckesi (1994), a atividade lúdica ajuda a desenvolver a capacidade criativa da criança, atuando como uma atividade orgânica e ao mesmo tempo prazerosa para a criança, já que a brincadeira proporciona uma melhor qualidade da vida escolar. Auxiliando na auto realização e ao mesmo tempo na interação com o grupo social que a cerca. Para ele, a prática de brincadeiras é um dos mais eficazes instrumentos que permitem a interação do interior da criança com o mundo exterior. Por isso, ao estudar a importância das atividades lúdicas enquanto contribuição da psicomotricidade para o processo de ensino-aprendizagem destaca-se a relevância desta pratica para a criança, tornando-a um ser mais harmônico com o meio social.
Em relação à importância da ludicidade a entrevistada A1 fez a seguinte afirmação:
A1: Eu incluo e até as minhas abordagens são voltadas nessas estratégias, através de atividades recreativas e lúdicas, pois eu acredito que a criança brincando é que vai aprender, vai aprender com mais facilidade.
A brincadeira é uma necessidade para a criança, que favorece a passagem do período sensório-motor ao lógico concreto. Por meio da brincadeira a criança começa de forma gradativa a operar mentalmente, formando categorias conceituais e relações lógicas, a partir dos símbolos e representações individuais (BARRETO, 2000).
A3: Nos trabalhos do cotidiano escolar, desenvolvo jogos e brincadeiras dinamizando como atividades lúdicas em sala de aula.
Vygotski (1988) discute o papel do brinquedo, referindo-se especialmente à brincadeira como “faz-de-conta”, como brincar de casinha, escolinha, brincar com um cabo de vassoura como se fosse um cavalo. O comportamento das crianças pequenas é fortemente determinado pelas características das situações concretas em que elas se encontram. Numa situação imaginaria como a da brincadeira de “faz-de-conta”, a criança é levada a agir num mundo imaginário onde a situação é definida pelo significado estabelecido pela brincadeira e não pelos elementos reais concretamente presentes.
A brincadeira se constitui em um exemplo de atividade no qual a criança poderia ser vista como se estivesse num mundo só seu. Conforme Lopes (2001), “o jogo e o exercício é a preparação para a vida adulta, a criança aprende brincando e é o exercício que a faz desenvolver suas potencialidades”.
Segundo Oliveira (2000) o brincar não significa apenas recrear, é muito mais, caracterizando-se como uma das formas mais complexas que a criança tem de comunicar-se consigo mesma e com o mundo, ou seja, o desenvolvimento acontece através de trocas recíprocas que se estabelecem durante toda sua vida. Assim, através do brincar a criança pode desenvolver capacidades importantes como a atenção, a memória, a imitação, a imaginação, ainda propiciando à criança o desenvolvimento de áreas da personalidade como afetividade, motricidade, inteligência, sociabilidade e criatividade.
A3: Percebo que através das atividades desenvolvidas a criança toma consciência do se corpo e de expressar-se através dele, localizando-se no tempo e espaço.
Destaca-se também a importância do educador na realização dessas atividades:
A4: [...] o professor tem o papel de atuar como medidor das crianças facilitando vários momentos de ludicidade no grupo onde ela está inserida, construindo assim a sua identidade.
A2: [...] mas é o professor que planeja atividades que contemplam observação, jogos, brincadeiras, passeios, desenhos, teatros, mímicos e outras atividades que enriquecem o desenvolvimento psicomotor e intelectual das crianças.
Segundo Santos (2002, p 37) a atividade lúdica, o jogo, o brinquedo, a brincadeira, precisam ser melhorado, compreendidos e encontrar maior espaço para ser entendido como educação. Na medida em que os professores compreenderem toda sua capacidade potencial de contribuir no desenvolvimento infantil, grandes mudanças irão acontecer na educação e nos sujeitos que estão inseridos nesse processo.
Para Winnicott (1966), a brincadeira permite a associação livre de ideias, pensamentos, impulsos, sensações sem conexão aparente e emersão de ideias. Para ele, com base no brincar, se desenvolve a comunicação e se constrói a totalidade da existência experiencial do homem.
Compreende-se assim através dos relatos que a coordenação psicomotora e a ludicidade são fatores ou elementos que estão diretamente ligadas à expressão do corpo, porque todo movimento tem uma conotação psicológica de sensações. Através do brincar podem ser expressos sentimentos, assim como um estado emocional pode ser percebido através dos gestos da criança.
Passar em um concurso público é o sonho de muita gente, quem não gosta de estabilidade financeira? Mas a concorrência é grande por isso o único caminho é estudar. Confira 12 tópicos que podem cair em concurso público na área de Pedagogia que podem ajudar você:
1 - Tendências Pedagógicas
2- PCN- Parâmetros Curriculares
3 -LDB- Leis de Diretrizes da Educação
4- ECA- Estatuto da criança
5- Alfabetização e Letramento
6- Educação Infantil
7- Educação Inclusiva
8- Constituição
9- Vygostky
10- Paulo Freire
11- Piaget
12- PPP- Projeto Político Pedagógico
A leitura é um processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de construção do significado do texto a partir do que está buscando nele, do conhecimento que já possui a respeito do assunto, do autor e do que sabe sobre a língua – características do gênero, do portador, do sistema de escrita… Ninguém pode extrair informações do texto escrito decodificando letra por letra, palavra por palavra.
Se você analisar sua própria leitura, vai constatar que a decodificação é apenas um dos procedimentos que utiliza para ler: a leitura fluente envolve uma série de outras estratégias, isto é, de recursos para construir significado; sem elas, não é possível alcançar rapidez e proficiência.
Uma estratégia de leitura é um amplo esquema para obter, avaliar e utilizar informação. Há estratégias de seleção, de antecipação, de inferência e de verificação.
* Estratégias de seleção: permitem que o leitor se atenha apenas aos índices úteis, desprezando os irrelevantes. Ao ler, fazemos isso o tempo todo: nosso cérebro “sabe”, por exemplo, que não precisa se deter na letra que vem após o “q”, pois certamente será “u”; ou que nem sempre é o caso de se fixar nos artigos, pois o gênero está definido pelo substantivo.
* Estratégias de antecipação: tornam possível prever o que ainda está por vir, com base em informações explícitas e em suposições. Se a linguagem não for muito rebuscada e o conteúdo não for muito novo, nem muito difícil, é possível eliminar letras em cada uma das palavras escritas em um texto, e até mesmo uma palavra a cada cinco outras, sem que a falta de informações prejudique a compreensão. Além de letras, sílabas e palavras, antecipamos significados.
O gênero, o autor, o título e muitos outros índices nos informam o que é possível que encontremos em um texto. Assim, se formos ler uma história de Monteiro Lobato chamada “Viagem ao céu”, é previsível que encontraremos determinados personagens, certas palavras do campo da astronomia e que, certamente, alguma travessura acontecerá.
* Estratégias de inferência: permitem captar o que não está dito no texto de forma explícita. A inferência é aquilo que “lemos”, mas não está escrito. São adivinhações baseadas tanto em pistas dadas pelo próprio texto como em conhecimentos que o leitor possui. Às vezes essas inferências se confirmam, e às vezes não; de qualquer forma, não são adivinhações aleatórias.
Além do significado, inferimos também palavras, sílabas ou letras. Boa parte do conteúdo de um texto pode ser antecipada ou inferida em função do contexto: portadores, circunstâncias de aparição ou propriedades do texto.
O contexto, na verdade, contribui decisivamente para a interpretação do texto e, com freqüência, até mesmo para inferir a intenção do autor.
* Estratégias de verificação: tornam possível o controle da eficácia ou não das demais estratégias, permitindo confirmar, ou não, as especulações realizadas. Esse tipo de checagem para confirmar – ou não – a compreensão é inerente à leitura.
Utilizamos todas as estratégias de leitura mais ou menos ao mesmo tempo, sem ter consciência disso. Só nos damos conta do que estamos fazendo se formos analisar com cuidado nosso processo de leitura, como estamos fazendo ao longo deste texto.
FONTE: PCN EM AÇÃO - ALFABETIZAÇÃO
Os professores são algumas das pessoas mais influentes do mundo! No entanto, muitas vezes nossa profissão é diminuída em vez de ser incentivada e respeitada. Talvez isso ocorra devido a grande maioria das pessoas terem conceitos errados sobre os professores e não entenderem realmente o que é preciso para ser um professor. A profissão docente é muitas vezes incompreendida.
A maioria dos “não-professores” não tem ideia do que é preciso saber para ensinar com eficácia. Eles não entendem os desafios diários que os professores devem superar para maximizar a educação que seus alunos recebem. Esses equívocos alimentam as percepções sobre a profissão docente, e por isso é necessário mostrar ao público em geral os verdadeiros fatos sobre os professores e sobre a sua atuação.
Como qualquer profissão, há aqueles que são grandes e aqueles que “nem tanto”. Quando olhamos para trás, para a nossa educação, quase sempre lembramos dos grandes e dos maus professores. No entanto, segundo matéria do site About Education esses dois grupos representam cerca de 5% de todos os professores que passaram por nossas vidas. Com base nesta estimativa, 95 % dos professores caem em algum lugar entre esses dois grupos. Este 95%, apesar de não serem memoráveis, são os profissionais que aparecem todos os dias na escola, fazem o seu trabalho e recebem pouco ou nenhum reconhecimento e elogios.
As declarações a seguir podem ser consideradas generalistas. Contudo, embora cada declaração não seja uma verdade absoluta para todos os professores, elas são indicativos dos pensamentos, sentimentos e hábitos do trabalho de grande parte deles:
Acredite em você mesmo. Sonhe. Tente. Faça o melhor.
1. Os professores são pessoas apaixonadas pela sua profissão e gostam de fazer a diferença.
2. Os professores não se tornam professores porque não são inteligentes suficientemente para fazer outra coisa. Eles se tornam professores porque eles querem fazer a diferença na formação e na vida de crianças e jovens.
3. A maioria chega mais cedo, fica até mais tarde na escola e ainda levam trabalhos e provas para corrigir em casa. Passam alguns dias das suas férias planejando as atividades do próximo ano e as oportunidades de desenvolvimento profissional.
4. Os professores ficam frustrados com os estudantes que têm um enorme potencial, mas não querem se esforçar para maximalizá-los.
5. Os professores adoram alunos que vêm para a aula com atitude positiva e vontade de aprender.
6. Professores adoram ambientes colaborativos, onde saltam ideias e melhores práticas. Onde todos apoiam-se mutuamente.
7. Professores respeitam os pais que valorizam a educação, acompanham, entendem onde seus filhos estão academicamente e apoiam o que o professor faz.
8. Os professores são pessoas reais. Eles têm vidas fora da escola. Eles têm dias terríveis e dias bons. Eles cometem erros.
9. Os professores querem uma direção e uma coordenação que apoiam o que estão fazendo, dão sugestões para melhoria e valorizam suas contribuições para a escola .
10. Os professores são criativos e originais. Não existe dois professores que façam as coisas exatamente da mesma forma. Mesmo quando eles usam as ideias um do outro, cada professor vai colocar a sua forma de fazer.
11. Os professores estão em constante evolução. Eles estão sempre à procura de melhores formas de ensinar os seus alunos.
12. Os professores têm alunos favoritos. Eles podem não sair dizendo isso, mas há aqueles estudantes, por qualquer motivo, com quem você tem uma conexão natural.
13. Os professores ficam irritados com os pais que não entendem que a educação deve ser uma parceria entre eles e os professores de seus filhos.
14. Os professores são loucos por planejamento e controle. Eles odeiam quando as coisas não saem conforme o planejado.
15. Os professores entendem que os estudantes são indivíduos únicos. Por isso suas aulas buscam atender necessidades individuais.
16. Professores nem sempre se dão bem uns com os outros . Eles podem ter conflitos de personalidade ou desacordos que alimentam uma antipatia mútua. Mas isso não influência o seu trabalho.
17. Os professores gostam de ser queridos. Eles adoram quando os alunos ou os pais fazem algo inesperado para mostrar o seu apreço.
18. Alguns professores não gostam de testes ou avaliações padronizadas. Eles acreditam que esses instrumentos adicionam pressões desnecessárias sobre si mesmos e sobre seus alunos.
19. Os professores não se tornam professores por causa do salário. Eles entendem que serão mal pagos por aquilo que fazem, e mesmo assim, amam a sua profissão.
20. Professores odeiam quando a mídia se concentra sobre a minoria de professores que fazem algo errado, em vez de a maioria que consistentemente fazem um bom trabalho, todos os dias.
21. Professores amam quando se deparam com ex-alunos e eles dizem o quanto foi importante o que você fez por eles.
22. Professores odeiam alguns aspectos políticos da educação.
23. Os professores gostam de participar das decisões da escola.
24. Os professores nem sempre concordam com o que estão ensinando. Há sempre algum conteúdo exigido que eles não gostam de ensinar.
25. Os professores realmente querem o melhor para todos os seus alunos . Eles nunca querem ver uma criança falhar.
26. Professores odeiam a quantidade de papéis e documentos que precisam preencher todos os dias. É uma parte necessária do trabalho, mas extremamente monótona e demorada.
27. Os professores estão constantemente à procura de melhores formas de ensinar os seus alunos. Eles nunca estão satisfeitos com o status quo.
28. Os professores muitas vezes gastam seu próprio dinheiro comprando materiais para dar as suas aulas.
29. Professores querem inspirar outras pessoas ao seu redor, começando por seus alunos, mas também incluindo os pais, outros professores e a administração .
30. Os professores trabalham em um ciclo interminável. Eles trabalham duro para ensinar cada aluno.
31. Os professores entendem que a gestão da sala de aula é uma parte importante do seu trabalho, mas nem sempre esta é a sua parte favorita da profissão.
32. Os professores entendem que os alunos lidam com diferentes situações em casa, por vezes muito difíceis. E os professores muitas vezes tentam ajudar o aluno a lidar com essas situações.
33. Os professores adoram ter oportunidade de formação e desenvolvimento profissional envolvente e significativo. Desprezam o desenvolvimento profissional sem sentido.
34. Professores querem ser modelos para os seus alunos.
35. Os professores querem que cada criança seja bem sucedida. Eles não gostam de pensar que possam ter falhado com um estudante e ter que tomar a decisão de retê-lo.
36. Professores desfrutam bem do seu tempo fora da escola. São momentos importantes para refletir, atualizar-se e fazer mudanças que acreditam que irão beneficiar os seus alunos.
37. Os professores sentem que nunca há tempo suficiente em seu dia. Há sempre mais alguma coisa que eles precisam fazer.
38. Os professores gostariam de ver a quantidade de alunos limitadas a 15-18 por sala.
39. Professores querem manter, ao longo do ano, uma linha aberta de comunicação entre eles e os pais dos seus alunos.
40. Os professores entendem a importância dos recursos da educação e do seu papel. Mas desejar melhores salários não deveria ser encarado como um problema pelas outras pessoas.
41. Os professores querem acreditar que serão defendidos quando um pai ou estudante fizer acusações injustas.
42. Os professores não gostam de interrupções inadequadas, mas geralmente são flexíveis e sabem lidar bem quando elas ocorrem.
43. Os professores são mais propensos a aceitar e utilizar novas tecnologias se forem devidamente treinados sobre como usá-las.
44. Os professores ficam frustrados com os poucos professores que não têm profissionalismo e não estão em sala pelas razões certas.
45. Professores odeiam quando um pai diminui sua autoridade diante seus alunos.
46. Os professores são compassivos e solidários quando um aluno tem uma experiência trágica.
47. Os professores querem ver seus ex-alunos serem produtivos, cidadãos com sucesso na vida.
48. Professores investem mais tempo nos alunos com dificuldades.
49. Os professores são acusados, muitas vezes, de serem o responsáveis pelo fracasso dos estudantes, quando, na realidade, é uma combinação de vários fatores que levam o aluno ao fracasso.
50. Os professores muitas vezes se preocupam com seus alunos fora do horário escolar, quando percebem que eles não têm uma vida doméstica tranquila.
Esta matéria foi traduzida e adaptada do site About Education.
10 EXERCÍCIOS PARA AUMENTAR SUA concentração
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A concentração é uma habilidade essencial para praticamente qualquer atividade do ser humano. No entanto, muitas pessoas reclamam que não conseguem focar-se durante muito tempo em determinada tarefa sem que seu pensamento seja desviado contra a vontade. O que muitos não sabem, contudo, é que a capacidade de concentração pode ser exercitada.
Como enxadrista, por um longo tempo tive esse tipo de problema durante as competições. Perdia o foco de minhas partidas e acabava vendo isso refletido nos resultados das competições. Com o tempo, fui pensando e pesquisando possíveis formas de melhorar minha concentração, até que compilei os 10 exercícios que trago a você hoje, garantindo que vão lhe render resultados já na primeira semana de prática disciplinada. Eles estão em ordem de dificuldade, então só passe para o próximo quando você conseguir completar sem nenhum erro aquele que estiver tentando. Lembre-se que a persistência é muito importante.
1. Pegue um livro e conte o número de palavras de uma determinada página. Conte novamente após terminar o exercício, para conferir se o resultado será o mesmo.
2. Conte de 100 até 1.
3. Conte de 100 até um, pulando a cada 3 números: 100, 97, 94, 91 etc.
4. Escolha um som ou uma palavra e repita em sua mente por 5 minutos. Quando conseguir fazer isso por 10 minutos, você estará pronto para o próximo exercício.
5. Pegue uma fruta, uma maçã, laranja, banana ou qualquer outra, e segure-a em suas mãos. Examine-a a partir de todos os lados, mantendo sua atenção totalmente sobre ela. Não permita que pensamentos irrelevantes o distraiam, nem sequer pensamentos relacionados àquela fruta, como o momento em que a comprou, sobre como ela cresceu, seu valor nutritivo, etc. Mantenha-se calmo e tente ignorar esses pensamentos. Apenas olhe para a fruta, focando sua atenção nela sem pensar em mais nada, examine a forma, o cheiro e a sensação de segurá-la em suas mãos.
6. Imagine a fruta. Esse exercício é parecido com o número 5, a diferença é que dessa vez você imagina a fruta ao invés de olhar para ela. Comece olhando-a e examinando-a por cerca de 2 minutos, igual no exercício 5, então faça o seguinte. Feche seus olhos e tente visualizar, cheirar, sentir o sabor e tocar a fruta em sua imaginação. Tente visualizar uma imagem clara e bem definida. Se a imagem se tornar pouco clara, abra seus olhos, olhe novamente para a fruta por um instante, e feche os olhos novamente, continuando o exercício. Imaginar a fruta em suas mãos ou em uma mesa pode ser um modo de facilitar a tarefa.
7. Pegue um objeto pequeno, como uma colher, garfo ou copo. Concentre-se em um desses objetos. Olhe para ele de todos os ângulos sem qualquer tipo de verbalização, isto é, sem nenhuma palavra em sua mente. Apenas olhe para o objeto sem formular qualquer pensamento.
8. Desenhe figuras. Passe para este exercício somente após executar os anteriores com facilidade. Desenhe uma figura geométrica pequena, algo em torno de 10 centímetros, pode ser um triângulo, um retângulo ou um círculo, pinte-a com a cor que desejar e concentre-se nela. Você deve enxergar apenas a figura, nada mais. Para você, a única coisa que existe nesse momento é a figura. Tente não pensar através de palavras durante o exercício. Fique olhando para a figura a sua frente, apenas isso. Tente fazer isso sem forçar seus olhos.
9. Imagine a figura. Igual o exercício 8, mas dessa vez você vai imaginar a figura com seus olhos fechados. Como no exercício 6, caso você esquecer da aparência da figura, abra seus olhos por alguns segundos para rever o desenho, depois continue a atividade.
10. Tente, por pelo menos 10 minutos, não pensar em nada. Este é o mais difícil dos exercícios e só deve ser tentado após você conseguir realizar facilmente todos os outros. Os exercícios de concentração anteriores, se praticados corretamente, lhe proporcionarão a habilidade de silenciar seus pensamentos. Isso se tornará mais fácil com o tempo.