quinta-feira, 24 de abril de 2014

Sugestão para sondagem

sondagem
Sugestão 1
CENTOPÉIA 
JOANINHA 
FORMIGA 
MINHOCA 
ABELHA 
LESMA 
GRILO
A FORMIGA MORA NO JARDIM.
Sugestão 2 
MUSSARELA 
ESCAROLA 
TOMATE 
PALMITO 
PRESUNTO 
ALHO 
ATUM

COMEMOS PIZZA DE MUSSARELA COM TOMATE.
Sugestão 3
REFRIGERANTE 
MORTADELA 
PRESUNTO 
MANTEIGA 
QUEIJO 
SUCO 
PÃO 
NO LANCHE DE HOJE TEREMOS PÃO COM MORTADELA.


Sequência Didática: Pesquisando e escrevendo sobre os animais

Sequência Didática
Sequência Didática: Pesquisando e escrevendo sobre os animais
Veja como aproveitar as atividades de leitura e escrita desenvolvidas ao longo de uma sequência didática sobre os animais para propor a reflexão sobre a escrita 

Objetivos 
- Ampliar o conhecimento sobre a variedade de animais.
 
- Observar, registrar e comunicar algumas semelhanças e diferenças entre os animais.
 
- Avançar no conhecimento sobre o funcionamento do sistema de escrita e na aquisição da leitura e da escrita convencional.
 
- Ler para localizar informações
 
- Desenvolver o comportamento leitor e escritor durante o processo de produção textual.
 

Conteúdos
- Práticas de leitura e escrita.
 
- Sistema de escrita.
 
- Animais vertebrados e invertebrados.
 

Anos 
1º e 2º anos
 

Tempo estimado 
Dez aulas.
 

Material necessário 
Prancheta, folhas de sulfite, lupas, lápis preto, borracha e pá de jardim.
 

Livros
Meu 1º Larousse dos Animais, 160 págs., Editora Larousse, Tel.: 11 3855-2290, 44,90 reais. 

Ciência Hoje na Escola: Bichos - volume 2, Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (Org), Inst. Ciências Hoje, Tel.: 0800 7278 999, 39 reais. 

Penas, peles, pêlos, escamas e outros revestimentos, de José Luis Pizzorno

Vespas: de vilãs a parceiras, de Fábio Prezoto, Simone Alves de Oliveira Cortes e André Carneiro Melo

Nina na Mata Atlântica, 36 págs., Nina Nazario, Ed. Oficina de Textos, Tel.: (11) 3085-7933, 26 reais. 

Enciclopédias que contenham verbetes sobre animais.

Desenvolvimento 
1ª etapa
Explique aos alunos que ao longo de dez aulas eles aprenderão algumas semelhanças e diferenças que existem entre os animais. Para introduzir o tema, mobilize o interesse deles com algumas perguntas, como por exemplo:
 Como é formado o corpo dos animais? Em que eles se parecem e se diferenciam? Será que todos têm quatro patas? Entregue à turma o livro Meu 1º Larousse dos Animais ou outros livros e enciclopédias que estejam disponíveis na biblioteca escolar. Peça que procurem informações sobre os animais que consideram comuns, raros, diurnos, noturnos, domésticos, selvagens, pequenos e grandes. Quanto maior a diversidade, melhores serão as possibilidades de agrupamentos e mais ricas serão as discussões. Ao final da atividade, peça que comentem os animais que encontraram.

Em seguida, faça uma apresentação oral para explicar como os seres vivos podem ser classificados. Demonstre que há animais que possuem diferentes formas de locomoção (caminham, voam, nadam e rastejam); de alimentação (herbívoros, carnívoros e onívoros) e que alguns são ativos durante o dia e outros à noite. Por último, explique que também é possível classificar os animais quanto à presença ou não de esqueleto interno, ou seja, podem ser vertebrados e invertebrados e que essa é uma diferença interna. Atente para que os alunos atribuam o significado correto a cada termo novo apresentado. Depois de expor, abra um espaço de discussão.

Sugira que seja feita uma síntese coletiva das ideias mais importantes que foram expostas. Para isso, os alunos devem tomar nota dos pontos principais com o objetivo de organizar e conservar a memória da exposição. Explique que essa é uma maneira particular de escrever, em que não precisamos colocar tudo o que foi dito, não se usa, necessariamente, uma linha contínua e que é possível destacar apenas algumas palavras que remetem as ideias centrais. Como provavelmente será a primeira vez que farão uma atividade como essa, a tomada de notas deve ser coletiva, onde o professor serve de escriba. Proponha algumas perguntas como: "O que pareceu importante sobre o tema apresentado?". Enquanto eles respondem, escreva na lousa o que é ditado. Faça intervenções para que compreendam a importância de tomar notas das informações estudadas, como por exemplo:
 "Vocês estão dizendo que alguns dos animais comem plantas. Durante a minha exposição foi dito como eles são chamados, quem lembra qual foi a palavra que utilizei?" 

2ª etapa
Entregue aos alunos diferentes enciclopédias e outros livros sobre animais que a escola tenha em seu acervo. Peça que leiam os verbetes e observem as imagens para identificar como é formado o corpo dos animais. Pergunte se todos possuem cabeça, tronco e membros, quais possuem patas ou asas, se o corpo é revestido por penas, pelos, plumas ou escamas, etc.

Aproveite o momento para explicar como funciona o índice da enciclopédia e de que forma ele ajuda a localizar o que procuramos. Para isso, exemplifique como utilizá-lo em outros livros que estejam à disposição da sala. Apresente diversos títulos que tenham diferentes tipos de índices: alfabéticos, temáticos, sumários com ou sem descrição dos conteúdos, índices com imagens, etc.

Distribua para cada um dos alunos cópias de parte de um índice ou de uma lista com nomes de animais que começam com uma mesma letra, como por exemplo, aranha, abelha, etc... Leia os nomes em uma ordem aleatória e não aponte para cada um deles enquanto lê. Peça que eles circulem um dos nomes. Enquanto as crianças respondem, acompanhe o trabalho dos grupos. Peça que eles compartilhem suas respostas. Faça intervenções adequadas à hipótese de escrita de cada aluno para que ele volte ao texto e se apoie nas letras para justificar suas escolhas. Eles avançam quando cada um socializa as respostas e os procedimentos utilizados.

Em seguida, forme grupos de três pessoas e peça que os alunos explorem os materiais de leitura, como enciclopédias ou o livro Nina na Mata Atlântica. O objetivo é folhear e interpretar ilustrações para encontrar informações específicas sobre o gambá.

Durante a leitura exploratória, faça algumas intervenções:
 Peça que marquem com um papel a página em que há informações que estamos procurando. Pergunte por que acham que esta página pode oferecer informações sobre o corpo dos gambás? Como encontrou essas informações? Pelas imagens? Solicite que leiam em voz alta para confirmar a informação encontrada. Depois de os grupos selecionarem os materiais e as respectivas páginas, solicite que compartilhem os resultados da leitura exploratória. 

3ª etapa
Proponha que, em duplas, os alunos façam as legendas para algumas imagens dos animais estudados, como o gambá e o jabuti. Entregue a cada dupla uma folha com a atividade. Peça para eles escreverem o nome das partes do corpo indicadas com setas e também citarem algumas de suas características. Como modelo, escreva em uma das setas que está no desenho do jabuti: o casco serve para proteger o jabuti dos seus predadores.

Convide-os a escrever da melhor forma que puderem, com os conhecimentos de que dispõem. Para ajudá-los a resolver as dúvidas que surgirem, deixe ao alcance de todos as letras do alfabeto, uma lista com os nomes dos alunos da classe, fichas com as anotações sobre os animais estudados, calendários de aniversário e livros.

Para as crianças que não leem convencionalmente, mas que já conhecem o valor sonoro convencional das letras selecione uma página com uma informação específica, como por exemplo, as partes do corpo do jabuti. Leia para o grupo o título desta página e comente o que as imagens revelam. Depois proponha que busquem onde está escrito patas dianteiras nesta página. Para encontrar essa informação e resolver esse problema de leitura, as crianças que ainda não leem convencionalmente, irão lançar mão da disposição gráfica do texto, dos índices qualitativos, do valor sonoro convencional que conhecem. Portanto, colocarão em jogo tudo o que sabem sobre o sistema de escrita para descobrir o que não sabem.

Enquanto as crianças escrevem, supervisione os grupos, intervindo para que foquem sua atenção no conteúdo que precisam escrever:
 Isto é uma pata ou uma cauda? Os gambás têm dentes? Como se chama essa parte mais dura do jabuti? Ou Como são chamadas as patas da frente? Nesse momento, o foco da reflexão está no que escrever, por isso, é importante registrar como cada um dos alunos escreveu cada palavra, quais são as reflexões que fizeram sobre o sistema de escrita para que, em uma próxima atividade, possa considerar esses saberes para ajustar melhor o desafio da proposta e das intervenções. 

4ª etapa
À medida que avançam, escreva junto com as crianças um quadro para organizar as informações pesquisadas nos livros e enciclopédias. A intenção é registrar as informações obtidas na etapa anterior, compará-las e chegar a algumas generalizações sobre as características dos animais estudados. Depois de finalizado, faça uma cópia da tabela deixando intencionalmente algumas colunas vazias para que os alunos completem com os dados correspondentes.
Animal
Partes do corpo
Tipo e quantidade de membros
Tipo de revestimento
Gambá
Patas
Orelhas
Olhos brilhantes
Cauda longa
Peludo
Dentes afiados
Bolsa na barriga
2 patas dianteiras e 2 patas traseiras

Sabiá
Penas
Patas
Bico
Olhos
Pescoço
Cauda

Penas
Em seguida, organize a turma em duplas produtivas, ou seja, reúna alunos com escrita silábica, que já fazem uso do valor sonoro convencional das letras com estudantes com escrita silábica que fazem pouco ou nenhum uso do valor sonoro, com outros de escrita silábico-alfabética ou de escrita pré-silábica. É importante que os aqueles com escrita pré-silábica não sejam agrupados entre si para realizarem esse tipo de atividade: para eles, é importante a interação com alunos que já construíram a compreensão de que a escrita representa a fala - o que eles ainda estão em processo de compreender.

Circule pela sala. Faça intervenções específicas para que eles voltem aos textos para responder. Além disso, pergunte se os alunos de cada dupla concordam com a maneira que escreveram. Peça que leiam e justifiquem suas respostas. Por último, realize a revisão coletiva solicitando que cada um apresente suas produções para toda sala.
 

5ª etapa
Proponha à turma um trabalho de investigação: uma saída a campo para investigar os animais que vivem no jardim da escola ou numa praça próxima. Defina com os alunos os materiais necessários, os animais que serão pesquisados, onde e quais características observar e como tomar notas. Feito isso, forme grupos de três pessoas e explique que cada criança deverá fazer seu próprio registro.

Todos precisam escrever o nome do animal que irão observar e informações como número de patas e como o corpo é revestido. É muito importante conversar sobre que animais esperam encontrar, pois isso prepara o olhar dos alunos para as observações.

Depois que o grupo retornar do estudo de campo, organize as crianças nos mesmos grupos e oriente a próxima atividade: ler e compartilhar as anotações que fizeram com os colegas. Peça que verifiquem se escreveram o nome do animal observado, se colocaram a quantidade de patas, se têm asas, como é o revestimento da pele e outras informações que tenham registrado. Enquanto cada grupo estiver contando para todos o que observou, organize as informações na lousa.

Nesse momento, as crianças podem compartilhar e completar suas informações em grupos menores. Interaja com os grupos para que possam avançar na prática de fazer anotações.

Enquanto revisam suas anotações e confrontam com as anotações dos colegas, elas colocam em jogo diversas práticas de leitura e escrita: ler e ouvir as anotações do grupo, comparam os dados registrados em suas anotações e nas dos outros; participam de discussões sobre quais informação convém deixar ou tirar no texto, completar de maneira pertinente as próprias anotações com as informações recebidas pelos colegas.
 

6ª etapa
Selecione alguns textos considerados mais difíceis sobre animais invertebrados, como por exemplo
 Vespas: de vilãs a parceiras. O objetivo é ampliar as informações dos alunos sobre os insetos, que são animais invertebrados e aproximá-los de um material informativo de divulgação científica, concebido para um destinatário geral, seja jovem ou adulto.

Antes ler iniciar a leitura, comente como e onde encontrou o material. Depois da leitura, pergunte aos alunos se compreenderam o que foi lido. Explique quais características as vespas possuem e que explica a sua inclusão na categoria dos insetos. Ajude-os a estabelecerem relações entre o que foi lido e o que já sabem sobre os animais; releia fragmentos para confirmar ou rejeitar interpretações e para relacionar ideias no texto.

Para profundar o conhecimento sobre as particularidades de alguns invertebrados, trabalhe com a turma o capítulo do livro
 Ciênca Hoje na Escola: Bichos que fala sobre as aranhas e insetos comumente encontrados próximos às casas. Discuta com os alunos os critérios para inclui-los no quadro de invertebrados e analisar essa categoria.

Nesse momento, alterne as situações em que as crianças seguem a leitura feita pelo professor e as que leem por si mesmas. Quando a leitura é feita pelo professor, cada criança deve ter uma cópia do texto em mãos para poder acompanhar a leitura. Nessa situação espera-se que os alunos avancem na compreensão de que os invertebrados também são animais, identificando semelhanças e diferenças com os vertebrados, ao mesmo tempo em que interagem com a linguagem escrita desses textos.
 

7ª etapa
Proponha à turma a produção de um texto coletivo sobre as semelhanças e diferenças entre os invertebrados e vertebrados, e o que permite inclui-los no grupo dos animais. Certamente os alunos levantarão características como tamanho, tipo de alimentação e tipo de locomoção. Esse é o momento de ressaltar que o principal critério para separar esses dois grupos de animais é a presença de esqueleto, que é uma característica interna.

Os alunos terão o desafio de compor o texto, de tomar as decisões sobre o que escrever e como organizar a linguagem escrita. Portanto, o papel dos ditantes não é apenas dar ideias, mas transformar as ideias em texto, isto é, textualizar, saber como transformar o que ele aprendeu sobre os animais em linguagem escrita.

Durante a produção coletiva faça intervenções no sentido de modelizar os comportamentos escritores e compartilhar as etapas do processo de escrita, como por exemplo: antecipar o conteúdo que se quer comunicar, discutir as diversas formas de expressar as ideias e de textualizá-las, revisar o escrito tanto durante a textualização como depois de terminar a escrita.
 

Avaliação 
Ao longo da sequência observe a participação dos alunos, o quanto ampliaram o seu repertório sobre diferentes tipos de animais, note se são capazes de agrupá-los de acordo com os critérios trabalhados. Verifique também se empregam corretamente os novos termos apresentados.

Analise o quanto cada aluno avançou em relação ao conhecimento sobre o funcionamento do sistema de escrita e na aquisição da leitura e da escrita convencional. Ao longo da sequência avalie também o desenvolvimento do comportamento leitor e escritor durante as atividades de leitura e escrita.
Consultoria 
Sequência Didática:
 Prácticas del lenguaje en contexto de estudio - Animales, elaborada pela equipe de Práticas de Linguagem da Divisão de Educação Primária de Buenos Aires, sob a coordenação da pesquisadora argentina Mirta Castedo.Adaptação de Beatriz Gouveia, Coordenadora de projetos do Instituto Avisa Lá, Professora da Pós Graduação em Alfabetização do Ise Vera Cruz.


projeto didatico-galeria

Projeto didático
Galeria de bruxas
Objetivos
- Avançar no conhecimento da linguagem escrita e na aquisição da leitura e da escrita convencional.
- Aproximar os alunos de autores contemporâneos e clássicos, com textos informativos e obras literárias.
Conteúdos
- Leitura.
- Escrita.
Anos
1º e 2º anos

Tempo estimado
Sete aulas.

Material necessário
Livros de contos sobre bruxas, como A Bruxa Salomé (Audrey Wood, 32 págs., Ed. Ática, tel. 11/3990-2100, 23,90 reais) e As Férias da Bruxa Onilda (Enric Larreula e Roser Capdevila, 32 págs., Ed. Scipione, tel. 0800-16-1700, 22,90).
Flexibilização para deficiência auditiva
Acrescente trechos de filmes ou desenhos que retratem bruxas de tipos variados.
Desenvolvimento
1ª etapa
Selecione contos que tenham bruxas como personagens principais. Durante duas ou três semanas, incorpore nas atividades permanentes a leitura em voz alta desses textos. Discuta com a turma que sensações elas despertam e quais relações é possível fazer com contos já conhecidos. Releia trechos para confirmar as interpretações, retomar parte da história ou notar a maneira como o trecho foi escrito. Direcione a conversa para a bruxa em questão: como é o comportamento dela? Quais suas qualidades e seus defeitos? Peça que citem os recursos usados para gerar suspense e medo, por exemplo.
Flexibilização para deficiência auditiva
Solicite que a família e o AEE conversem com o aluno sobre o assunto, usando a linguagem de libras ou materiais como livros, jogos, brinquedos e outras formas de ampliar seu conhecimento sobre bruxas. 

2ª etapa
Organize uma tabela para ficar exposta na sala com três colunas. Nomeie cada uma delas: título do livro, nome da bruxa e caracaterísticas. A ideia é que as crianças a completem com as informações pedidas ao fim de cada leitura e que você seja o escriba. Colabore para que elas encontrem não só as características descritas mas também as implícitas. Esse quadro também deve ser usado para promover desafios de leitura e de escrita: oriente, por exemplo, que localizem o que está escrito em algum trecho e o copiem.
Flexibilização para deficiência auditiva
Fale sempre de frente para o aluno, explique cada item, levando-o próximo à tabela. Proponha a parceria dos colegas para que, junto a uma dupla, complete a tabela.
 
3ª etapa
Proponha que, em dupla, os alunos escrevam informações importantes sobre as bruxas, considerando todos os textos lidos. Esse procedimento é próprio de leitores e escritores experientes, que organizam a informação que consideram conveniente registrar. Levante algumas perguntas que podem ajudar: onde vivem as bruxas? Com quem convivem? Elas se casam? Existem bruxas boas?
Flexibilização para deficiência auditiva
Estimule a parceria dos colegas, revezando-os para que se sentem ao lado do aluno e esclareçam as dúvidas.

4ª etapa
Convide o grupo a criar uma galeria de bruxas para expor à comunidade escolar. Proponha que ditem coletivamente um texto sobre o que aprenderam a respeito das bruxas até então. Permita que nesse momento as crianças tenham os contos para consultar e confirmar dados e ver como as informações são escritas.
Flexibilização para deficiência auditiva
Antecipe essa atividade para ser desenvolvida com o AEE, que pode ser o escriba das ideias desse aluno. E ele poderá levar o registro escrito dessas ideias e participar da produção do texto coletivo.

5ª etapa
Reúna os alunos em duplas e proponha que elaborem um texto, com o foco na descrição de uma bruxa. É importante que antes sejam eleitas as informações para caracterizá-las, como nome, aspecto físico e personalidade. No momento da escrita, deve ser discutido como colocar as informações, quais palavras e expressões usar e pensar em problemas da separação das palavras e, no caso dos alunos alfabéticos, na ortografia. Cada dupla também deve desenhar a bruxa.
Flexibilização para deficiência auditiva
Antecipe a primeira parte dessa atividade para ser realizada junto ao AEE da mesma maneira que na etapa anterior. Forme uma dupla com um aluno mais competente na escrita e solicite que este fale sempre de frente para o amigo e conte com sua participação na produção do texto.

6ª etapa
Escolha alguns textos com problemas de escrita recorrentes - como o escasso uso de recursos descritivos - para discuti-los com a turma. Depois, devolva-os e oriente a revisão. Os alunos das duplas devem se alternar para reescrever o texto definitivo. Sugira também que finalizem o desenho. Reúna os trabalhos escritos e as ilustrações e monte a galeria em algum lugar de destaque na escola.
Flexibilização para deficiência auditiva
Se o aluno ainda não estiver alfabético, combine com a dupla que ela não fará alternância na reescrita do texto, mas o aluno que tem surdez terá de trabalhar mais na organização para a atividade.

Produto final
Galeria de bruxas.

Avaliação
Ao longo do projeto, note se os alunos mostram preferências de estilos, autor e temas, relacionam o que estão lendo com outros livros e opinam sobre as obras lidas. No momento da escrita, veja se planejam o texto e o revisam. Também analise se confrontam suas concepções sobre o sistema de escrita e se avançaram em relação à escrita convencional.




























 

Sequência Didática

Galeria de personagens

Objetivos 
- Favorecer a reflexão sobre o sistema de escrita com base num repertório conhecido pelas crianças.
 
- Propiciar atividades de intercâmbio para que elas possam trocar informações e avançar nas hipóteses de escrita.
 

Conteúdo 
- Escrita.
 

Anos 
1º e 2º anos. 

Tempo estimado 
Dois meses. 

Material necessário 
Livros variados, com contos tradicionais já conhecidos pelas crianças, lápis e papel.
Flexibilização para deficiência auditiva (comunica-se gestualmente e tem pouca oralidade. Faz leitura orofacial e está aprendendo libras)
Letras móveis, material visual (com nomes e figuras), cartaz com representação em libras para letras ou nomes dos personagens (solicite ao AEE a continuidade dessa proposta no contraturno ou a antecipação dos materiais que serão necessários).
Desenvolvimento 
1ª etapa 
Compartilhe a ideia de criar uma galeria dos personagens mais importantes das histórias preferidas da turma, composto de desenhos e pequenas legendas. Pergunte às crianças quem entraria nessa galeria. 

2ª etapa 
Proponha a escrita do nome e também de pequenos textos descritivos sobre os personagens. Monte duplas de trabalho com as que tenham hipóteses de escrita diferentes, porém próximas, possibilitando a troca de saberes.
Flexibilização para deficiência auditiva (comunica-se gestualmente e tem pouca oralidade. Faz leitura orofacial e está aprendendo libras) 
Diversifique a dupla com colega mais competente e com você. Ofereça os recursos (material necessário). 

3ª etapa 
Acompanhe a produção escrita das duplas e faça intervenções pedindo que leiam o que escreveram e, assim, controlem sua produção.
 

4ª etapa 
Reproduza no quadro-negro uma mesma palavra, escrita de diferentes maneiras por mais de uma dupla. Tematize com o grupo: em qual delas vocês acham que está escrito "lobo"? Por quê? Confronte essas versões e solicite opiniões.
Flexibilização para deficiência auditiva (comunica-se gestualmente e tem pouca oralidade. Faz leitura orofacial e está aprendendo libras) 
Lembre-se de falar sempre de frente. Se necessário, utilize material visual para identificação dos personagens. 

5ª etapa 
Introduza informações a respeito do sistema de escrita e proponha a consulta a materiais impressos (livros, listas, legendas, textos já revisados) para que as crianças possam confrontar a escrita convencional com a escrita que produziram. 
Flexibilização para deficiência auditiva (comunica-se gestualmente e tem pouca oralidade. Faz leitura orofacial e está aprendendo libras) 
Ofereça o material organizado com palavras e figuras.

6ª etapa 
Para compor a galeria, todos devem, ao longo do projeto, realizar ilustrações e escrever textos que caracterizem cada personagem. É possível alternar produções coletivas, em dupla ou até mesmo individuais. Se preferir, prepare impressos para a galeria, com o nome do personagem, espaço para ilustração e algumas linhas para preencher com sua descrição. 

Produto final 
Galeria de personagens com ilustrações e textos descritivos de cada um.

Avaliação 
Observe se as crianças avançaram em suas hipóteses de escrita, ampliaram o repertório das relações que estabelecem, começam a interpretar a escrita durante e depois de sua produção e se pedem ou fornecem informações ao colega durante a realização das atividades.


DANÇA NA ESCOLA: DANÇA COMO FORMA DE DESCOBRIR O CORPONome da Instituição: Escola Municipal Cecília Meireles